sábado, 30 de junho de 2012

No futebol de Passo Fundo, Ele era a lei
 
Não era fácil jogar em Passo Fundo, Pelotas e Bagé. Virava uma guerra. São histórias que você vai conhecer aqui, de hoje até a próxima terça-feira na série de reportagens O tempo em que havia guerra


MÁRIO MARCOS DE SOUZA
Dura mesmo era a vida dos atacantes naqueles anos 60/70. Eles sabiam que no fim da RS-153, depois de cruzar por campos cobertos de soja, estava Passo Fundo - e lá, à espera deles, sem disposição para mesuras com visitantes, estariam os irmãos Pontes, João (E, na foto) e o mais velho, Daison, uma feroz dupla de centrais. Em campo, todos entendiam por que Daison repetia que para ser campeão um time precisava passar por Passo Fundo. Hoje, a vida parece mais fácil para os atacantes. Jogar em Passo Fundo, na era dos Pontes, era um teste de coragem. - A gente só não admitia desrespeito - lembra o hoje aposentado municipal Daison Pontes, 67 anos, já sem os cabelos longos de antes, mas com uma forma física que nem de longe lembra a idade.


Desrespeito, no mundo dos Pontes, podia ser um olhar, um sorriso na hora errada, firulas ou uma cuspida, como o atacante Nestor Scotta ousou dar em um jogo Grêmio e Gaúcho. Argentino, habituado a batalhas em seu país, Scotta entendeu no fim do jogo que complicado mesmo era jogar em Passo Fundo. - Eu disse 'vamos conversar daqui a pouco' e o segui por todo o campo. Não apenas seguiu. Scotta nunca mais esqueceria aquela violenta dor nas costas provocada por uma joelhada. Foi assim com muitos que violaram a lei dos irmãos. Alguns, habilmente, faziam questão de uma boa relação com Daison. João Severiano era assim. Outros mantinham um combate duro, mas leal. Batiam e apanhavam em silêncio, como fazia Juarez, o Tanque - até o dia em que foi jogado contra o muro. Aí, protestou. "Você quer me machucar?", perguntou àquele outro muro que estava de pé, diante dele. Quem vai à cidade entende bem por que Daison, nascido em General Câmara, ficou tão identificado com Passo Fundo. Os torcedores nunca viram nele apenas um zagueiro violento, mas alguém que não suportava perder. Para isso, lutava sempre, às vezes dando broncas no próprio irmão (cinco anos mais jovem, falecido em 2005), mesmo correndo o risco de ir além de um certo limite. Foi expulso 18 vezes e, em uma delas, condenado a ficar um ano e seis meses fora do futebol por agredir o árbitro José Luiz Barreto em 1974, em um jogo em Santa Maria, ao discordar da marcação de um pênalti. - Era a minha lei. O jogador tinha de ser o mesmo em casa e fora. No dia da agressão em Santa Maria, precisou arrombar a porta do vestiário, correr pela rua, atravessar um cemitério e esperar pelos amigos para não ser preso em flagrante antes de voltar a Passo Fundo. Foi saudado como herói por companheiros e torcedores. Este foi o Daison que virou mito, lembrado muito mais pela raça, mas havia também o outro lado, o do grande zagueiro. - O Foguinho (Oswaldo Rolla, antigo treinador) sempre me dizia: se o Daison tivesse a cabeça do Calvet (zagueiro nascido em Bagé que chegou à Seleção), seria o melhor zagueiro do Brasil - lembra Armando Rebecchi, atual técnico do Gaúcho.Daison sabe que tinha talento, como dizia Foguinho. Abre uma Revista do Esporte de 1963, sobre o sofá azul da casa da filha mais velha, onde mora, e mostra a foto de sua chegada ao Flamengo, espalha dezenas de imagens antigas, lembra das viagens e fala com orgulho dos filhos Denise (do primeiro casamento), com quem está morando, Manoela, de 21, Michele, de 16, Dealeon, de 25 anos - que esperava ver dar seqüência à linhagem de zagueiros, mas que preferiu o vôlei - e do casal de netos. Olha de novo para as fotos, aponta para uma do Inter de 1975, diz que Bibiano, o mais jovem dos três irmãos Pontes, foi melhor do que Figueroa, e destaca: - Não fiquei rico, mas ganhei o suficiente para não precisar pedir favor a ninguém. Passo Fundo sempre respeitou um caráter assim, pouco afeito a concessões, que aprendeu a admirar nos 10 anos do zagueiro no Gaúcho, de 1965 até parar. 


Basta circular pela cidade para perceber. Duas vezes por dia, de manhã e no fim da tarde, Daison liga seu Opala 1987 verde-escuro e vai ao Centro. Estaciona na Avenida Assis Brasil, que corta a cidade e, de bermuda, camiseta e chinelo de dedo, começa a caminhada em direção à Lotérica Jordania, de seu amigo turco Zuair Mahmud, situada bem em frente à estátua de Teixeirinha. É um ritual, ele não pode ficar sem a conversa diária com os amigos. No caminho, como ocorreu na última terça-feira de muito sol em Passo Fundo, foi chamado, entrou nas lojas, motoristas buzinaram, pararam a seu lado para uma saudação ou uma brincadeira. Daison sorria orgulhoso. É a saudade da torcida que bate forte. Ela sabe que um Daison no time de hoje já faria diferença - ao menos para deixar a vida dos atacantes um pouco mais complicada.
mario.souza@zerohora.com.br )
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Os velhos tempos

De arma em campo
Garante o advogado e jornalista Meirelles Duarte, 70 anos, mais de meio século na imprensa de Passo Fundo, que foi bem assim: em um jogo entre Grêmio e Gaúcho, no Volmar Salton, nos anos 70, a torcida protestou por uma decisão do árbitro contra o atacante Bebeto, ídolo da terra. Ao ouvir isso, o pai do jogador, ex-delegado, que ia sempre armado aos estádios, apesar de enxergar muito mal, ergueu-se e decidiu invadir o campo. Ao passar pelo goleiro gremista Arlindo e ver aquele vulto vestido de preto, como o árbitro, o pai de Bebeto não teve dúvidas - era ele.- Foi uma gritaria danada até convencê-lo de que aquele era o assustado Arlindo e não o árbitro - diverte-se Meirelles.

As camisas sumiram
Estava tudo preparado para o jogo de inauguração do Estádio Volmar Salton, dia 24 de agosto de 1957, pelo centenário de Passo Fundo. Na véspera, os dirigentes foram ao desespero: todas as camisetas do time tinham sumido. Em meio à correria, alguém lembrou-se de pedir ajuda à família Ughini, fabricante de roupas. A empresa convocou então seis costureiras que, em regime integral, produziram novas camisas. No dia seguinte, estava tudo bem exceto por um detalhe: as camisas eram estilo social, com uma abertura fechada por botões. Deu para jogar, pelo menos.
Carne à vontadeOs tempos são diferentes não só no confronto entre Interior e Capital, mas também na vida dos jogadores. Daison Pontes lembra que boa parte da motivação dos times se devia a uma característica da época: os prêmios eram muito maiores do que os salários. Nem sempre eles recebiam em dinheiro, mas em produtos que garantiam conforto e tranqüilidade das famílias.- Às vezes, um torcedor abonado prometia 10 quilos de carne, por exemplo - lembra Daison. - Você já imaginou quantos dias duravam uma quantidade assim de carne?
Mira Bebeto
Além da ferocidade dos seus dois centrais, os irmãos Daison e João, o Gaúcho era temido por outro detalhe: os chutes potentes do centroavante Bebeto, o Canhão da Serra. E poucos goleiros pareciam temer mais isso do que o goleiro argentino Cejas, que jogou no Grêmio na década de 70. Em certo jogo em Passo Fundo, Cejas passou o tempo todo gritando:- Mira Bebeto, mira Bebeto.A torcida ouviu e, aos risos, passou a repetir "mira Bebeto, mira Bebeto". A partir dali, sempre que Cejas jogava em Passo Fundo, tinha de ouvir o coro.
As pedras de MeirellesO jornalista Meirelles Duarte detém informações e histórias sobre as últimas décadas do futebol gaúcho, especialmente de Passo Fundo - e não faz segredo delas, que ele revela para amigos, curiosos e na coluna Memórias do Esporte, nas páginas do jornal O Nacional. Mas as histórias dele? Há muitas, em qualquer rodinha de torcedores. Uma delas: um dia, em meio à narração, Meirelles desviou sua atenção para uma briga entre torcedores. Ao falar sobre o assunto para seus ouvintes, do alto de sua grande audiência, ele destacou:- Ainda bem que não perceberam aquele monte de entulhos atrás deles.Daison Pontes, ao falar sobre a carreira de zagueiro:“Não fiquei rico, mas ganhei o suficiente para não pedir favor a ninguém” 

Publicado em 21/01/2007 no Jornal Zero Hora (Porto Alegre-RS)
Autor: Mário Marcos de Souza
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Fotos: Jornal Zero Hora

segunda-feira, 25 de junho de 2012

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Esporte

Esporte | Publicado em 25/06/2012 10:16:06

O XERIFE   

Na tarde de sábado morreu Daison Pontes, um dos maiores nomes da história do Sport Club Gaúcho
Falaceu na tarde de sábado, em casa aos 74 anos, o ex-zagueiro Daison Pontes. No final de 2011 Daison havia sofrido um AVC, sendo que também enfrentava o Mal de Alzheimer.

Segundo informações obtidas o ex-jogador e eterno ídolo, solicitou aos seus familiares que não fosse internado em hospitais e que fosse atendido em casa.

Daison Pontes foi funcionário público municipal e atualmente estava aposentado. O velório ocorreu no Memorial Vera Cruz e o sepultamento foi no domingo, também no Memorial Vera Cruz.

Um pouco da história de Daison

Daison Pontes jogou no clube entre 1961 e 1974. Fez 376 jogos e 20 gols. Foi o segundo jogador que mais vestiu a camiseta do clube, só perdendo para o Bebeto (417).

A despedida dele do Gaúcho foi no dia 24/11/1974, no jogo Gaúcho 2 a 0 Esportivo pelo Gauchão, no Wolmar Salton. Ao final do jogo Daison Pontes deu uma volta olímpica pelo gramado, sendo aplaudido entusiasticamente pela torcida. Ele guardou a bola do jogo e entregou sua camisa número seis para a filha Denize, que com sua mulher Osmilda assistiram-no jogando pela primeira vez.
Daison iria a julgamento dois dias depois pelo incidente do jogo contra o Internacional-SM(a agressão contra o árbitro José Luiz Barreto, falo sobre o caso no texto)no Tribunal de Justiça Desportiva.
Depois de uma suspensão de 18 meses (reduzida para 12 meses), ele voltaria ao futebol no dia22/02/1976, e pelo 14 de Julho, que também voltava depois de quatro anos de inatividade. O jogo valia pela Copa Cícero Soares. O 14 venceu o Guarany de Espumoso por 4 a 0. Daison participou do segundo gol, dando o cruzamento para a cabeçada de Ilo.

Nome: Daison Pontes
Nascimento: 03.07.1939, General Câmara (RS)
Altura/peso: 1,90 m | 80 kg
Clubes: Arsenal de Guerra, Pombal, Santoangelense, Elite, Gaúcho,
Cruzeiro, Flamengo-RJ, América-RJ, Pelotas, Gaúcho, 14 de Julho, Guarany-ES

Títulos no Gaúcho
1 Campeonato Gaúcho da 2ª Divisão (1966)
1 Copa Everaldo Marques da Silva (1970)
3 Campeonatos Citadinos 1961, 1966, 1967

 

domingo, 24 de junho de 2012

ZH
Luto23/06/2012 | 22h05

Morre Daison Pontes, ex-zagueiro do Gaúcho

Corpo do ex-jogador está sendo velado em Passo Fundo

Morre Daison Pontes, ex-zagueiro do Gaúcho Ricardo Duarte/Agencia RBS


Daison Pontes atuou no Gaúcho na década de 70 Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
O ex-zagueiro do Sport Club Gaúcho, de Passo Fundo, Daison Pontes, morreu na tarde deste sábado aos 74 anos, vítima de AVC. Ele atuou no Gaúcho na década de 70. Segundo seu irmão, Bibiano Pontes, o corpo de Daison está sendo velado em Passo Fundo e será enterrado neste domingo, às 17h, na mesma cidade.

ZH   ESPORTES

Correio do Povo | Esportes | Morre ex-jogador gaúcho Daison Pontes

Correio do Povo | Esportes | Morre ex-jogador gaúcho Daison Pontes


24/06/2012 14:00 - Atualizado em 24/06/2012 16:48
Correio do Povo

Morre ex-jogador gaúcho Daison Pontes

Defensor foi considerado um dos zagueiros mais temíveis da história do futebol

Velório ocorre na capela B do cemitério Memorial Vera Cruz e sepultamento será às 17h no cemitério em anexo<br /><b>Crédito: </b> Cris Jaqueline / Rádio Uirapuru / Especial / CP
Velório ocorre na capela B do cemitério Memorial Vera Cruz e sepultamento será às 17h no cemitério em anexo
Crédito: Cris Jaqueline / Rádio Uirapuru / Especial / CP
O ex-zagueiro Daison Pontes, de 72 anos, considerado um jogador símbolo do Esporte Clube Gaúcho, morreu nesse sábado, em Passo Fundo, no Norte do Estado, vítima de um acidente vascular cerebral (AVC). Nascido em 13 de julho de 1939, em General Cânera, Pontes atuou no Gaúcho na década de 1970 e também teve passagens pelo Flamengo e América do Rio de Janeiro, Grêmio Santo-angelense, Cruzeiro de Porto Alegre e 14 de Julho de Passo Fundo.

Considerado um dos zagueiros mais temíveis da história do futebol do Rio Grande do Sul, Pontes tinha mal de Alzheimer e já havia sofrido um AVC no final do ano passado. Segundo sua filha, Manoela Pontes, ele preferiu ficar se tratando em casa, longe do hospital. Além da ajuda do filho, Dealon Pontes, que é técnico em enfermagem, o ex-jogador recebia atendimento médico na residência.

Manoela contou que o desejo do pai era “que fosse enterrado com o uniforme do Gaúcho, como se estivesse entrando em campo”. O desejo foi atendido e uma bandeira do clube do seu coração cobriu o caixão em que é velado na capela B do cemitério Memorial Vera Cruz. O sepultamento será às 17h, no cemitério em anexo.

Pontes formou no Gaúcho uma das duplas de zaqueiros mais respeitada do Estado com o irmão João Pontes, já falecido. Outro irmão, Bibiano Pontes, defendeu o Internacional de Porto Alegre. Pontes foi um zaqueiro polêmico e, em l974, cumpriu um ano de suspensão por agressão ao árbitro José Luiz Barreto. Ele, que era funcionário aposentado da prefeitura de Passo Fundo, deixa quatro filhos: Manoela, Dealon, Mikaela e Denise.

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Fonte: Acácio Silva / Correio do Povo

24/06/2012 | Óbito

Grande ídolo do esporte, ex-zaguerio Daison Pontes está sendo velado em Passo Fundo


Foto: Arquivo/ Divulgação
  Radio UIRAPURU 
 
Um dos zagueiros mais temíveis da história do futebol gaúcho na década de 70, Daison Pontes, faleceu em Passo Fundo, neste sábado, dia 23, aos 72 anos, em consequência de AVC. Nascido em 13 de julho de 1939, Daison atuou no Esporte Clube Gaúcho, na década de 70, e, também teve passagens por outros clubes nacionais, como o Flamengo, América do Rio de Janeiro, Grêmio Santo-angelense e Cruzeiro de Porto Alegre. Daison tinha Mal de Alzheimer e sofreu dois AVC, um no final do ano passado e outro há poucos dias.


Segundo a filha, Manoela Pontes, ele preferiu ficar se tratando em casa, longe do hospital. Além do filho, Dealon Pontes, que é técnico de enfermagem, o ex-jogador recebia atendimento médico na residência. Manoela contou que o desejo do pai era “que fosse enterrado com o uniforme do Gaúcho, como se estivesse entrando em campo”. Além de estar vestido com o fardamento completo do Sport Clube Gaúcho, uma bandeira do clube cobre parte do caixão do ex-zagueiro. Conforme Orlei Borges, o atleta, junto com o irmão João, era muito respeitado em campo e sempre suava a camisa e não facilitava a vida dos adversários.


O comunicador da Uirapuru, JG, na juventude, era repórter esportivo, e destacou que acompanhou a trajetória de Daison, que era viril em campo e enfrentou centroavantes famosos como Claudiomiro, Flávio minuano, o Rei Dada. “Nunca mais teremos zagueiro da estirpe de Daison Pontes.”, declarou. Na noite deste sábado, o Sport Gaúcho, de Passo Fundo, envoiu nota tratando do falecimento do ex-zagueiro, com a seguinte mensagem:


“NOSSOS ÍDOLOS NÃO MORREM

Nós precisamos de ídolos para viver.
E o que acontece então quando eles de repente vão embora, deixando a vida com uma dose a menos de sonho?
É hora de acreditar que um ídolo de verdade não precisa usar capa nem lutar contra vilões funestos.
Um ídolo mesmo faz a gente descobrir que a vitória inventa muitos caminhos.
E se o coração se alegra mesmo sentindo saudade, ao se lembrar desse ídolo , é porque na realidade ele continua vivo.

EU SOU GAÚCHO!!”

O velório está ocorrendo na Capela B do Memorial Vera Cruz e o sepultamento será neste domingo (24), no Cemitério do Memorial Vera Cruz às 17h. Daison deixa quatro filhos, Manoela, Dealon, Mikaela e Denise.


Ouça o depoimento de JG:
http://www.rduirapuru.com.br/?menu=noticia_aberta&id=11287&par=1#

Fonte: Jornalismo Rádio Uirapuru
 
 

sábado, 23 de junho de 2012

Faleceu DAISON PONTES

A LENDA .....VIVE  PARA SEMPRE    
     

Morre DAISON PONTES

Um dos mais renomados jogadores do Sport Club Gaúcho, de Passo Fundo, faleceu na tarde desse sábado (23).
O velório ocorre no Memorial Vera Cruz e o sepultamento será neste domingo (24), no Memorial Vera Cruz as 16:00 hrs



NOSSOS ÍDOLOS  NÃO MORREM

Nós precisamos de ídolos para viver.

E o que acontece então quando eles de repente vão embora, deixando a vida com uma dose a menos de sonho?
É hora de acreditar que um ídolo de verdade não precisa usar capa nem lutar contra vilões funestos.

Um ídolo  mesmo faz a gente descobrir que a vitória inventa muitos caminhos.
E se o coração se alegra mesmo sentindo saudade, ao se lembrar desse ídolo , é porque na realidade ele continua vivo





EU SOU GAÚCHO!!

quinta-feira, 21 de junho de 2012


19/6/2012   Postado por: Kleiton Vasconcellos

SC GAÚCHO

Não poderia deixar de citar, aqui, a saga do Sport Club Gaúcho. Na verdade, o Alviverde vem atuando em duas (importantes) frentes desde 2010, pelo menos: em campo, lutando contra tudo e todos, com recursos limitados e muita garra; nos tribunais, tentando a conciliação nas diversas causas. E, ao mesmo tempo que vem realizando peneirões na montagem do elenco que vai disputar a Segundona, vê luz no fim do túnel da Justiça, com a venda do Estádio Wolmar Salton. 
Diga-se e repita-se: propostas de interessados na área devem ser encaminhadas para a 1ª Vara Familiar de Passo Fundo. Processo, nº 021/1050047455-3

SPORT CLUBE GAÚCHO: ESTÁDIO WOLMAR SALTON

SPORT CLUBE GAÚCHO: ESTÁDIO WOLMAR SALTON: Esporte Esporte | Publicado em 16/06/2012 08:52:06 Justiça autoriza a negociação do estádio Wolmar Salton Créditos :ARQU...

segunda-feira, 18 de junho de 2012

18/06/2012 | Esporte

Presidente do Gaúcho irá esclarecer na Uirapuru a venda do Wolmar Salton





Foto: Lucas Tibolla
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Na última sexta-feira, 15, o Presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso, reuniu a imprensa local para informar sobre a real situação do Estádio Wolmar Salton. E tem boas notícias para os torcedores do "gauchinho", pois os problemas jurídicos do Sport Club Gaúcho tem prazo para terminar. Desde que o Gaúcho perdeu a legitimidade de administrar o estádio, nenhuma das partes conseguiu usufruir ou receber qualquer valor em dinheiro.






Depois de uma longa batalha jurídica nos últimos anos, o clube conseguiu a união de todos os credores e firmaram um acordo para receber dividas que variam entre trabalhistas a indenizatórias, a 1ª Vara de Família da Comarca de Passo Fundo determinou a venda de toda a área do Estádio Wolmar Salton. A justiça determinou prazo até dia, 30, de junho, para que os interessados formalizem as propostas de compra.






Conforme o Presidente do Gaúcho, Gilmar Rosso, os interessados em adquirir a área do estádio, não deverão tratar diretamente com o clube, os mesmo devem procurar a 1ª vara da Família e informar-se do processo e fazer a propostas.






Gilmar acrescenta, que, o futuro comprador do local, não terá incomodo com entraves da justiça, pois todas as pendências judiciais deverão ser sanadas no ato da compra.






Mesmo não estando à frente das futuras negociações, o Sport Club Gaúcho e quem irá fechar o negócio. Atualmente uma comissão que trata das questões jurídicas e patrimoniais está cuidando de todos os tramites burocráticos das negociações e dos acordos com os credores. Depois de encerrado o prazo limite das propostas, o conselho deliberativo do clube em quem terá o poder de decidir qual e melhor proposta e aceitar a venda.






Caso as ofertas oferecidas não cubram todas as dividas do clube, o estádio não será vendido e sendo assim, da pra afirmar que é o fim do Sport Club Gaúcho.






Na noite desta segunda-feira, a partir das 20:10h, o Presidente Gilmar Rosso estará no programa Jogo Limpo, para esclarecer o assunto e conversar com os torcedores.


Mais Fotos:




Fonte: Jornalismo Rádio Uirapuru

domingo, 17 de junho de 2012

RADIO PLANALTO



Justiça autoriza venda do Estádio Wolmar Salton               













A Primeira Vara de Família da Comarca de Passo Fundo autorizou a venda do Estádio Wolmar Salton. As empresas interessadas na aquisição da área deverão apresentar suas propostas até o dia 30 de junho do corrente ano. As definições, nesse sentido, ficarão a cargo da própria Justiça, que fará a homologação.
Essa é a alternativa que se encontra para a pendência judicial que envolve várias partes e que interessa diretamente ao Sport Clube Gaúcho, que poderia estabelecer o pagamento das dívidas com os seus credores. O presidente Gilmar Rosso (foto) falou à imprensa na tarde desta sexta-feira. Confira a reportagem de Luiz Carlos Carvalho.


 
OUÇA ENTREVISTA DO PRESIDENTE GILMAR ROSSO E DA ADVOGADA DRA.PATRICIA ALOVISI :

Radio Planalto
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Frdplanalto.com%2Fjustica-autoriza-venda-do-estadio-wolmar-salton%2F&h=lAQFBfJ-WAQE1eZ3sMWvXBQw2t7B0nElKk46zzf8Sve0U-g&enc=AZP8L7POn_7GWJU7i6Q8hlnun98Jfyqua802gKDCakTPJlTzd8_5hvG423tasok_WyFlNO_f039kXBPZgTcppNBO

ESTÁDIO WOLMAR SALTON

Esporte

Esporte | Publicado em 16/06/2012 08:52:06

Justiça autoriza a negociação do estádio Wolmar Salton

Créditos :ARQUIVO/ON
Marcelo Alexandre Becker/Jornal O NACIONAL










Na tarde desta sexta-feira, Gilmar Rosso, presidente do Sport Club Gaúcho fez um importante comunicado para diversos órgãos de imprensa passo-fundense: O mandatário do alviverde informou que nesta semana a Primeira Vara de família da Comarca de Passo Fundo, após um acordo entre o clube, e representantes do menino que tem ação indenizatória, autorizou que seja realizada a venda do estádio Wolmar Salton.

Assim, Rosso informou que os interessados em adquirir a área deverão encaminhar suas propostas para o processo número 021/1050047455-3, que tramita junto a Primeira Vara da Família da Comarca Passo Fundo, até o dia 30 deste mês.
Dúvidas esclarecimentos  pelo
email:sportclubgaucho@gmail.com

Ainda sobre a venda da área, o presidente informou que a diretoria do Sport Club Gaúcho nomeou uma comissão que será responsável por gerir todas as questões judiciais envolvendo o clube, que é composta por: Marco Steffani, Gilmar Rosso, Ruy Mattos de Souza, Patrícia Alovisi, Estelita Salton, Genuíno Tonial, Dárcio Vieira Marques e Alberi Falkembach Ribeiro.

Para finalizar Gilmar Rosso falou sobre os motivos que fez a atual diretoria do Gaúcho a optar pela venda do Wolmar Salnto. “De certa forma fico triste com o fato de termos que vender a ‘nossa casa’, mas é o que temos a fazer no momento. Se tudo der certo, com o valor arrecadado vamos quitar todas as dívidas do clube, e com o que sobrar começar a construção de uma nova casa, um novo estádio”.

Acordos trabalhistas
Ainda na quinta-feira, Patrícia Alovisi, advogada do Gaúcho, informou que o clube solicitou a Justiça do Trabalho que o clube realizasse reuniões com todos os seus credores trabalhistas, já que está foi a Semana Nacional da Execução Trabalhistas. “99% dos credores se comprometeram em aceitar um acordo com o clube, o que vai facilitar para todos”, disse Alovisi. O diretor do Gaúcho, Fernando Bernardon lembrou que esta semana pode ter sido determinante na história do alviverde. “Pela primeira vez na história do Gaúcho está sendo feita uma composição para que sejam sanadas todas as dívidas do clube. Até então sabemos que os processos corriam a revelia”, afirmou Bernardon
.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Estádio Wolmar Salton


                    C O M U N I C A D O

                         Considerando   que o Sport Clube GAÚCHO  Firmou   acordos com seus credores , o mesmo comunica que está recebendo propostas  para    a venda do ESTÁDIO WOLMAR SALTON  

As   propostas devem ser encaminhadas  para o   Processo Numero 021/1050047455-3  que tramita junto a   Primeira Vara de Família dessa Comarca.

PRAZO   para recebimento das propostas  até o dia 30 de   Junho do corrente ano .

Esclarecimentos e dúvidas envie email para : sportclubgaucho@gmail.com 
 Que será respondinda pela comissão formada para gerir todas as ações referentes à venda do Estádio.    Ela possui os seguintes integrantes: Alberi Falkembach Ribeiro , Darcio Vieira Marques ,Estelita Salton, Genoíno Tonial ,Patrícia Alovisi, Marco Steffani, Gilmar Rosso, Ruy Mattos .


                              Passo   Fundo, 15 de Junho de 2012

                              SPORT CLUBE GAÚCHO

terça-feira, 5 de junho de 2012

SELEÇÃO DE ATLETAS   PROFISSIONAL

III     " Peneirão"  


SÁBADO    09 .06. 2012     


14:00  Horas  


ESTÁDIO FREDOLINO CHIMANGO 


ANTIGO QUARTEL EXÉRCITO 



segunda-feira, 4 de junho de 2012




SC GAÚCHO E O TRABALHO

FOTO KLEITON VASCONCELLOS/ SC Gaúcho busca novos talentos nas populares peneiras 

Muitos perguntam sobre o Sport Club Gaúcho, ainda mais tendo o EC Passo Fundo em evidência neste momento. Pois bem, engana-se quem pensa que o Periquito está enjaulado. A ave verde está se aprontando para voar.
 No sábado ocorreu o primeiro peneirão, que busca novos nomes para formar a equipe que vai jogar a Segundona, a partir de agosto. No campo do Fredolino Chimango, aproximadamente 40 jovens entre 16 e 25 anos suaram. Destes, mais ou menos 20 passaram para uma segunda fase de avaliação. Mas fica o recado: a quem interessar, haverá novo peneirão sábado.